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sábado, 30 de dezembro de 2017

Diário da periferia.


foto pessoal


Na periferia não tem só marginais, tem os que foram esquecidos pelas políticas publicas que quase sempre a única que vem é a repressão policial e a mídia com termos pejorativos como -PACOBALA- que em nada acrescenta no crescimento da comunidade, são poucas as políticas tais com: saúde, educação, onde a maioria tem de ir em busca no centro da cidade de Macapá, onde (quase) tudo funciona.

Se tratando do bairro do Pacoval, que hoje já bairro que faz a ligação com a grande Zona Norte. Tem três escolas estaduais: Deusolina Sales Farias, Escola Para, uma do ensino infantil Mundo da Criança entregue ao tempo, E.E José Duarte, uma Igreja de Nossa Senhora aparecida, o ciosp, dois campos de futebol em precárias situações (curru e ASA Aberta), e quem faz a manutenção são os próprios moradores, parece que o poder público tem medo de vim por essas bandas.

A periferia existe e sobrevive da solidariedade, companheirismo, muita das vezes de iniciativas de gente que tem tão pouco, tem aquele que faz o sopão, o que faz a escolinha de futebol, o que junta a panela no almoço do domingo; são essas pessoas que vivem na periferia.
foto pessoal

São vários os exemplos na matéria de hoje, eu apresento Alessandro Barros de 29 anos que todos chamam de Branco, para diferenciar de seu irmão que chamam de preto. 

foto pessoal

Jovem que tem uma oficina de moto na avenida Goiás com a Paraíba há dois anos (2), local que chama-se canto da fome, depois de trabalhar nas oficinas dos outros, resolveu montar a sua própria de onde tira o sustento de sua família, dois filhos e sua esposa, quase sempre reúne os clientes e amigos como Luan entre outros do canto da fome, pedindo de um e de outro, monta cestas básica para doar a uma outra família que precise mais que ele, dessa forma ele ajuda no desenvolvimento social da baixada Paraíba.
 
foto pessoal

nessa manhã (30), ele e os amigos chegaram na casa de uma família na baixada Paraíba, trata-se do Fabricio que vive com seus filhos e esposa e nem todo dia tem o que comer, quando chegamos na sua residência, ele já estava pensando o que daria aos filhos nesse dia véspera de ano novo
foto pessoal

Na periferia é isso, cada um faz um pouco e a vida segue.

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